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Os feedbacks e a forma como os fazemos e recebemos

Os feedbacks e a forma como os fazemos e recebemos

É muito comum lidarmos em nosso dia a dia com as mais variadas formas de feedbacks, seja com um conselho de algum amigo, um elogio de um parente ou uma crítica do gerente da nossa área. E além disso, também possuímos o hábito de oferecer e palpitar sobre como interpretamos o comportamento e outros aspectos das pessoas ao nosso redor. 

Mas será que, de fato, estamos dispostos a ouvir o que as outras pessoas têm a nos dizer? E, também, o contrário: será que as pessoas têm interesse em nos ouvir? Até que ponto esses feedbacks podem ser realmente úteis e benéficos à vida?

Como você lida com os feedbacks que recebe?

  • Elogios

    Suponhamos que hoje pela manhã algum amigo próximo tenha lhe dito que o seu último trabalho ficou incrível ou que seu novo corte de cabelo é muito legal. Como isso pode impactar no seu dia ou, ainda além, no seu bem-estar e autoestima?

    Sim, é o tipo de coisa que gostaríamos de ouvir e, em diversas situações, é o que esperamos e desejamos da outra pessoa. E quando a recebemos, é necessário dar o devido valor e compreender sua real importância e seus benefícios para nós mesmos.

    No âmbito profissional, a lógica é similar: se o nosso trabalho é reconhecido, devemos nos orgulhar e ter a consciência de que os nossos feitos são positivos e estão gerando os resultados esperados. Esse é o tipo de coisa que pode nos proporcionar, inclusive, mais saúde psicológica.
  • Críticas     

    O mesmo vale para quando o que recebemos não possui muita ligação com o que desejamos. Antes de tudo, se você recebeu uma crítica, precisa entender se ela condiz com a realidade e não possui traços de uma ofensa, por exemplo. Se sim, é necessário que o diálogo leve ao consenso entre quem está fornecendo o feedback e quem está recebendo.

    Mas se os pontos levantados tenham embasamento, é necessário uma reflexão para que o comportamento desejável seja alcançado por meio de diversas formas diferentes, desde o acompanhamento psicológico até às mudanças mais simples da rotina.

Como você oferece seus feedbacks às pessoas?

De tudo, seja para receber ou dar um feedback, a questão, de fato, é relacionada ao interesse real em ouvir e em como isso pode ser realmente útil ao indivíduo. Se a pessoa não possuir interesse em receber o que tem a ser dito, todo o processo pode ser indiferente e não resultar em nada.

Por isso e para evitar transtornos para ambas as partes envolvidas, o primeiro passo para dar um feedback realmente interessante é perguntar à pessoa envolvida se ela quer recebê-lo. Se sim, já é um ótimo pressuposto de que tudo que for dito seja, de fato, útil para todos. 

É hora de colocar em prática? Então devemos ter total cuidado com tudo que será dito e com a forma como será dita. No meu caso, na psicologia, utilizo a PNL como ferramenta de observação, que desempenha papel importante na interpretação do comportamento racional em meio às mudanças de atitude da outra pessoa.

Assim, é mais viável compreender o que pode ou não causar real impacto em quem está recebendo os feedbacks e pressupor se aquilo pode ser benéfico à evolução do indivíduo, afinal, esse é o maior objetivo de todo esse processo de críticas, elogios e percepções.

Você possuía essa ideia sobre a fundamentação e a importância dos feedbacks? Como costuma lidar com eles em seu cotidiano por mais simples que possam parecer ser? Para conhecer muito mais sobre isso e as formas e ferramentas mais assertivas para lidarmos com diversas questões da vida social, profissional e pessoal, acesse o link e fique por dentro de tudo: danielgabarra.com.br

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