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A importância do bem-estar mental no ambiente profissional

A importância do bem-estar mental no ambiente profissional

Como anda a saúde mental da sua equipe? Esse é um aspecto que precisa de mais atenção a cada dia que passa, e se você ou a empresa onde trabalha não possui o hábito de evidenciar esse cuidado, está na hora. 

Empresas e a saúde mental de seus colaboradores 

Já está se tornando comum ver grandes empresas de todo o mundo promoverem ações de cuidados e desenvolvimento saudável do aspecto psicológico de seus funcionários. Nos dias atuais, a ideia de que bem-estar e produtividade estão atreladas vem crescendo, e cuidar da saúde de toda a equipe deixou de ser um gasto e, agora, é compreendido como um investimento muito importante. 

Consequências  

O bem-estar psicológico influencia diretamente no comportamento, disposição e produtividade dos trabalhadores, independentemente da função desempenhada ou cargo que ocupa. Dependendo das circunstâncias que envolve a pessoa, ela pode ter seu trabalho prejudicado e, consequentemente, criar travas e empecilhos profissionais, podendo impactar negativamente no próprio trabalhador e a empresa que ele representa.

Afinal, se existem (em casa, na rua ou no trabalho) gatilhos, problemas, desgastes e etc., que podem prejudicar a saúde mental das pessoas, é bem provável que essa situação prejudicará a sua harmonia e equilíbrio, prejudicando os relacionamentos sociais, desempenhos físicos e, até mesmo, intelectuais. O que não é de se assustar, já que, diferentemente das máquinas, somos movidos também pelos nossos sentimentos.

Cuidar e oferecer acesso a cuidados psicológicos 

Por isso, para o bem geral dos indivíduos, equipe e empresa, é necessário oferecer cuidados e motivar os funcionários a manterem um acompanhamento psicológico regular, potencializando os aspectos social, pessoal e, claro, profissional do seu colega de trabalho ou de quem é peça fundamental do seu negócio.

Mas, claro, para cuidar dos outros, também precisamos cuidar de nós mesmos: incentive o seu ciclo de trabalho e, simultaneamente, busque o seu próprio acompanhamento para alcançar a plenitude da sua saúde mental. É dessa forma que você e sua equipe vão, de forma saudável, em busca dos melhores resultados.    

Essa é uma ação que vem ganhando força em vários segmentos do mercado, e tem potencial para mudar um pouquinho da cultura de muitas empresas grandes, médias e pequenas. Afinal, quando o ambiente é carregado de positividade e as pessoas se sentem bem, todos só têm a crescer. 

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É Lei: assistência psicológica e social nas escolas da rede pública é direito dos alunos

É Lei: assistência psicológica e social nas escolas da rede pública é direito dos alunos

Você já conhece a Lei nº 13.935/2019? Se é um grande seguidor do mercado da saúde e de tudo mais que a envolve, certamente já está sabendo desta novidade que promete muito para esta categoria em 2020.

A aprovação e implementação da nova lei, por meio do poder público, proporcionou muita comemoração para a população e profissionais da psicologia, já que ela prevê a presença de profissionais da psicologia nas escolas do ensino público, atuando com uma equipe multidisciplinar nas instituições. 

No entanto, essa obrigatoriedade importante para a saúde e ensino da população passou muito tempo tramitando nas esferas do poder, e chegou a ser travada por alguns meses. Mas, no fim de dezembro e início de janeiro, teve o seu desejado desfecho.

Como vai funcionar?

A lei foi, enfim, publicada no Diário da União e, desde então, já está em vigor. Desta forma, as escolas têm um ano para se adequar e contar com o profissional da psicologia e assistentes sociais nas equipes de educação para atender os estudantes de acordo com as instruções das políticas educacionais de cada município.

Vale reforçar que o prazo final é o de dezembro de 2020 para que toda a rede de ensino esteja devidamente equipada com os novos profissionais. Segundo os órgãos públicos, as fiscalizações junto às instituições já devem começar nos próximos meses. 

Qual o ganho da Sociedade?

Com a presença de psicólogos e assistentes sociais nas equipes multiprofissionais das escolas, haverão não só novos profissionais, mas novos saberes no ambiente escolar. Com isso, as ações educacionais e preventivas poderão ser desenvolvidas e pensadas com maior complexidade.

Falando especificamente da psicologia, dificilmente o profissional ficará responsável por atendimentos individuais. Mas, sim, com atuações em grupo para ações de promoção preventivas como resolução de conflito, identificação precoce de dificuldades no aprendizado e favorecer a flexibilização de ensino, entre outros aspectos positivos para a educação.

A psicologia escolar pode ir muito além do olhar para o estudante, envolvendo todo o contexto escolar, inclusive aos pais, familiares e responsáveis, bem como a sociedade ao redor do aluno.  

Agitação no mercado

A promulgação da nova Lei agitou o mercado! A procura por esses profissionais já cresceu no primeiro trimestre de 2020 e deve ter esse ritmo acelerado nos próximos meses, já que o prazo final para a contratação por parte das escolas se encerra no fim deste ano.

Além de aquecer a busca pelos atuais psicólogos e psicólogas, a nova lei também deve potencializar a procura dos estudantes pela graduação na área, outro aspecto que promete trazer números ainda mais positivos para quem atua e se especializa nesta segmentação da saúde. De fato, este mercado tem tudo para viver um de seus grandes momentos.

Essa é uma excelente oportunidade para quem sempre desejou entrar na área e para quem já está nela, agora é o momento de buscar mais capacitação e se preparar para ir ao encontro da nova demanda que o mercado vai exigir. Já é profissional e deseja potencializar sua carreira? Acesse o link e saiba como: danielgabarra.com.br/formacao

Dia da Mulher: resistência, respeito e luta

Dia da Mulher: resistência, respeito e luta

Você conhece a história do 8 de março – o Dia da Mulher? Certamente essa data já extrapolou os limites sazonais e, nos dia atuais, simboliza toda uma luta, resistência e conquistas. Não é só um dia, é uma história que começou há séculos, precisamente no ano de 1910, na Dinamarca.    

8 de março: quando tudo começou   

Durante a II Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, no país dinamarquês, uma resolução foi aprovada para a criação de uma data anual com objetivo de honrar as lutas feminina que se expandiram por todo mundo e, claro, o dia definido foi o oitavo do mês de março.

Mas anos depois, em 1917, foi que esta data ganhou a força que possui hoje: na Rússia, cerca de 90 mil operárias manifestaram-se contra Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, as jornadas de até 15 horas diárias por pequenos salários, a fome e a participação do país na Primeira Grande Guerra.

Essa manifestação ficou mundialmente conhecida como “Pão e Paz” e deu origem ao 8 de março das mulheres como conhecemos nos dias atuais e que possui grande importância social em todo o mundo.

O Dia da Mulher em 2020 

O Dia Internacional da Mulher é, então, a celebração da vitória e da luta feminina por todo mundo e que começou lá no século passado e, ainda assim, desempenha tamanha importância para uma sociedade com mais igualdade de gênero

Inclusive no Brasil, onde – em 2020 – as mulheres ainda enfrentam dificuldades para afirmarem seus espaços no mercado de trabalho e em várias outras esferas sociais. Por isso, muito além de um data comemorativa, o 8/3 é o dia de um grito de luta por igualdade que é ecoado por todas em todos os dias. 

O papel da sociedade para mais igualdade   

Enquanto terapeuta, nos expomos em grande medida aos traumas de dores de nossos clientes. Nos conectar, ao menos em parte, com essa dor é um caminho essencial para acolher a fim de poder ser esse catalisador de mudança e cura.

Claro que essa conexão ainda está muito distante da dor real que as pessoas que auxiliamos sentem. Mas, ao mesmo tempo, nos dão a oportunidade de conhecer a outra pessoa de uma maneira extremamente profunda.

É a partir desse lugar que conheço um pouco mais do mundo e das dores do feminino. E é por isso que tenho tanto a admirar as mulheres que, por tantas vezes, vieram me perguntar como conseguiram sobreviver à tanta negligência, invisibilidade e agressões emocionais, físicas e, muitas vezes, sexuais. 

E mesmo não recebendo ou recebendo tão pouco apoio, ainda assim foram capazes de encontrar no amor, cuidado e união o caminho da sobrevivência e da volta por cima para ir de encontro o melhor do bem-estar físico e mental de cada uma.  

Mas fico, então, me perguntando qual meu papel nisso tudo enquanto homem?

Talvez seja ir além do óbvio; de ser capaz de respeitar e não mais tomar o espaço de ação das mulheres, como vem sendo feito há milênios. Mas talvez, seja um momento oportuno para que o homem olhe para seu próprio feminino, seu Yin, para sua capacidade de amar e cuidar do que foi negligenciada ao longo da história.

Talvez o que de fato o homem possa fazer em favor da luta pelos direitos das mulheres seja reconhecer a força do amor e do cuidado e ajudar a construir um novo..

E, dessa forma, desejamos que o mundo possa chegar à maturidade igualitária e que, assim, todas as mulheres possam receber e ter aquilo que as pertencem no trabalho, em casa, na rua e na vida. Afinal, o seu lugar é o que você quiser. Feliz 8 de março, feliz Dia da Mulher. 

Neurobiologia Interpessoal | Dan Siegel pela 1a vez no Brasil

“Você já conhece a Neurobiologia Interpessoal? Ela é um estudo onde se é aglomerado as mais diversas áreas da ciência e analisado como elas se aplicam à vida das pessoas. É uma forma muito eficaz de compreender os aspectos que podem causar a real diferença em nossas vidas e entender como podemos lidar com eles.

De certa forma, a Neurobiologia Interpessoal potencializa as relações, o autocuidado e diversos outros pontos fundamentais para o nosso bem-estar social. E o desenvolvedor dessa metodologia, o norte-americano Daniel Siegel, vai ministrar, pela 1ª VEZ NO BRASIL, o curso “Neurobiologia Interpessoal – Como tornar a psicoterapia mais afetiva”.

É imperdível para você, profissional, que busca evoluir seu conhecimento e, consequentemente, potencializar seus tratamentos e atendimentos. É um diferencial muito importante, e o melhor: eu sou um dos apoiadores do curso no Brasil e, com a minha indicação, você pode se inscrever com 7% de desconto.

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Entendimento e superação: a solidão no século XXI

Entendimento e superação: a solidão no século XXI

Praticamente toda pessoa já ouviu falar ou debateu sobre a solidão, contudo, ainda em 2020, muita gente não dá a devida importância a este assunto. É fato e você pode conferir isso de perto: convide alguns amigos para falar a respeito e veja se este sofrimento psíquicoque atinge cada vez mais pessoas – é recebida com a atenção que realmente deve ter. 

Pode parecer irrelevante, mas, na verdade, quanto mais debatermos sobre este assunto, maiores serão as possibilidades de conseguirmos ajudar quem passa por essa situação muito delicada, ainda mais neste século que, com tanta informação disponível, fica difícil entender o que é útil e o que não é.

Sozinhos mesmo em meio às pessoas   

Solidão, como o próprio nome já diz, tem a ver com um sentimento de isolamento, de não pertencimento aos aspectos que nos envolvem na vida. Essa condição não nos permite criar identificação com outras pessoas, ambientes e diversas situações que parecem comuns aos outros seres humanos, isso, mesmo que estando rodeado de gente nos mais distintos locais.  

E essas condições podem ganhar, e ao mesmo tempo perder, ainda mais força nos dias atuais. Com a explosão das redes sociais, o número de pessoas que se sentem isoladas – mesmo com tanta gente presente nessas plataformas – continua crescendo, mas, em contraponto a isso, cresce também o número de pessoas que se sentem acolhidas e representadas por algum grupo ou ciclo social virtual. 

Fenômeno que só é possível neste século, no qual os limites territoriais passaram a ter menos relevância, proporcionando que pessoas de culturas e países diferentes pudessem se comunicar e, consequentemente, partilhem um sentimento de igualdade e pertencimento. De fato, são dois extremos recorrentes atualmente e que precisam de atenção de todos nós.

Como identificar a solidão, suas causas e soluções

Você já sentiu ou notou que alguém não se sentia à vontade em um ambiente? Pois bem, isso deve significar milhares de coisas e não pode ser, necessariamente, um traço da solidão emocional. Entretanto, quando isso ocorre com muita frequência em locais diferentes, com pessoas e situações distintas, aí sim pode-se configurar em um quadro dessa doença psicológica.

Para exemplificar, podemos falar de uma pessoa que está em uma festa e, por milhares de motivos, não se sinta à vontade ou conectada a tudo que está ocorrendo naquele local. Isso, de forma isolada, não configura esse quadro social e emocional, mas quando essa mesma pessoa se sente assim em ambientes como o de trabalho, lazer e até mesmo no lar, podemos entender como possível estado de solidão. 

Suas causas são bem diversas e podem surgir a partir de gatilhos específicos da rotina ou após algumas situações traumáticas e de grande impacto psicológico. O importante é se atentar ao seu comportamento e sentimento diante das circunstâncias descritas aqui e de várias outras frequentes no seu dia a dia.

Claro, também é importante ficarmos atentos aos comportamentos e sensações das pessoas ao nosso redor, principalmente das mais próximas. E, independentemente da situação, é essencial darmos a devida atenção a este assunto, quanto mais rápido agirmos, com tratamentos e acompanhamento psicológico, mais eficazes e assertivos serão os resultados e o surgimento do nosso sentimento de pertencimento, afinal, vivemos em sociedade e merecemos e podemos ser felizes individualmente, em pares e em grupos. 

Para conhecer mais sobre saúde mental e ficar por dentro do melhor para o bem-estar psicológico, acesse o link e entre em contato: https://danielgabarra.com.br/contato-2/.  

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