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Dia da Mulher: resistência, respeito e luta

Dia da Mulher: resistência, respeito e luta

Você conhece a história do 8 de março – o Dia da Mulher? Certamente essa data já extrapolou os limites sazonais e, nos dia atuais, simboliza toda uma luta, resistência e conquistas. Não é só um dia, é uma história que começou há séculos, precisamente no ano de 1910, na Dinamarca.    

8 de março: quando tudo começou   

Durante a II Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, no país dinamarquês, uma resolução foi aprovada para a criação de uma data anual com objetivo de honrar as lutas feminina que se expandiram por todo mundo e, claro, o dia definido foi o oitavo do mês de março.

Mas anos depois, em 1917, foi que esta data ganhou a força que possui hoje: na Rússia, cerca de 90 mil operárias manifestaram-se contra Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, as jornadas de até 15 horas diárias por pequenos salários, a fome e a participação do país na Primeira Grande Guerra.

Essa manifestação ficou mundialmente conhecida como “Pão e Paz” e deu origem ao 8 de março das mulheres como conhecemos nos dias atuais e que possui grande importância social em todo o mundo.

O Dia da Mulher em 2020 

O Dia Internacional da Mulher é, então, a celebração da vitória e da luta feminina por todo mundo e que começou lá no século passado e, ainda assim, desempenha tamanha importância para uma sociedade com mais igualdade de gênero

Inclusive no Brasil, onde – em 2020 – as mulheres ainda enfrentam dificuldades para afirmarem seus espaços no mercado de trabalho e em várias outras esferas sociais. Por isso, muito além de um data comemorativa, o 8/3 é o dia de um grito de luta por igualdade que é ecoado por todas em todos os dias. 

O papel da sociedade para mais igualdade   

Enquanto terapeuta, nos expomos em grande medida aos traumas de dores de nossos clientes. Nos conectar, ao menos em parte, com essa dor é um caminho essencial para acolher a fim de poder ser esse catalisador de mudança e cura.

Claro que essa conexão ainda está muito distante da dor real que as pessoas que auxiliamos sentem. Mas, ao mesmo tempo, nos dão a oportunidade de conhecer a outra pessoa de uma maneira extremamente profunda.

É a partir desse lugar que conheço um pouco mais do mundo e das dores do feminino. E é por isso que tenho tanto a admirar as mulheres que, por tantas vezes, vieram me perguntar como conseguiram sobreviver à tanta negligência, invisibilidade e agressões emocionais, físicas e, muitas vezes, sexuais. 

E mesmo não recebendo ou recebendo tão pouco apoio, ainda assim foram capazes de encontrar no amor, cuidado e união o caminho da sobrevivência e da volta por cima para ir de encontro o melhor do bem-estar físico e mental de cada uma.  

Mas fico, então, me perguntando qual meu papel nisso tudo enquanto homem?

Talvez seja ir além do óbvio; de ser capaz de respeitar e não mais tomar o espaço de ação das mulheres, como vem sendo feito há milênios. Mas talvez, seja um momento oportuno para que o homem olhe para seu próprio feminino, seu Yin, para sua capacidade de amar e cuidar do que foi negligenciada ao longo da história.

Talvez o que de fato o homem possa fazer em favor da luta pelos direitos das mulheres seja reconhecer a força do amor e do cuidado e ajudar a construir um novo..

E, dessa forma, desejamos que o mundo possa chegar à maturidade igualitária e que, assim, todas as mulheres possam receber e ter aquilo que as pertencem no trabalho, em casa, na rua e na vida. Afinal, o seu lugar é o que você quiser. Feliz 8 de março, feliz Dia da Mulher. 

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