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Qual a nossa responsabilidade quando buscamos ajuda? 

Qual a nossa responsabilidade quando buscamos ajuda? 

Você já parou para refletir sobre as questões que envolvem um pedido de ajuda? É complexo, mas quando pensamos a respeito, muita coisa passa a fazer sentido. Afinal, qual seria a nossa responsabilidade quando buscamos ajuda

Claro, vivemos em sociedade, pedir ajuda é mais do que necessário em muitos momentos. Entretanto, em alguns casos esses pedidos podem ter mais a ver com uma transferência de responsabilidade do que, de fato, com necessidade.   

Como isso ocorre?

Quando se busca ajuda, será que também estamos buscando um papel de irresponsabilidade para nós mesmos? E, assim, depositando no outro soluções que poderiam partir da gente.  

Em alguns casos, quando buscamos a ação do outro, podemos estar, na verdade, abrindo mão da nossa liberdade e autossuficiência e, dessa forma, transferindo uma responsabilidade nossa ao outro. 

Isso acontece quando fugimos da nossa autonomia de resolvermos nossas próprias questões e, consequentemente, criamos uma dependência das outras pessoas. 

Como acontece na prática?

Para entender melhor, vamos supor a seguinte situação: 

  • Você precisa chegar ao trabalho às 8h e seu vizinho que também trabalha relativamente perto chegará à empresa às 9h. 
  • E, ao invés de pegar um outro transporte para chegar no devido horário, você decide ir junto a ele e justificar seu atraso pela carona que saiu mais tarde. 

Esse é um cenário de transferência de responsabilidade. Ainda mais se, neste caso, você for a pessoa que achar ruim o seu vizinho não sair mais cedo para cumprir os horários que são seus.

Essa é apenas uma simulação que, provavelmente, você já deve ter visto acontecer. Mas, convenhamos, esses casos de pedidos de ajuda transvestidos de transferência de responsabilidade ocorrem muito, desde os pequenos detalhes às grandes ações.

E é importante ressaltar que mesmo que seja uma necessidade real, respeitar o limite e possibilidade de ajuda do outro é fundamental. Afinal, quando tentamos ultrapassar esse limite (e muitos ‘ajudadores’ podem deixar isso acontecer), acabamos, sem nos dar conta, abrindo mão da nossa autonomia e responsabilidade.

Por que isso acontece? 

Claro, “cada caso é um caso”, mas em boa parte das vezes essas ações podem ser relacionadas com o medo das próprias responsabilidades e, até mesmo, de se ter autonomia e independência.

Como se as pessoas em questão sentissem essa necessidade de dependência de outros seres. Dessa forma, transferindo a eles o que de fato deveria pertencer a elas mesmas.    

Reflexão bem importante e que pode fazer muita diferença no dia a dia, não é mesmo? Então, que tal entender ainda mais a respeito? 

O episódio 73 do 2aÀS11, meu quadro de lives do YouTube, trata desta questão e das formas que ela impacta em nossas vidas. Para conferir esse programa muito pertinente, basta clicar aqui agora mesmo.  
E, para conhecer mais sobre saúde e bem-estar psicológico e comportamento humano, é só clicar aqui!

Amor-próprio: todos merecemos e precisamos

Amor-próprio: todos merecemos e precisamos

Amor-próprio: certamente você já se deparou com essa palavra por aí!

De fato, nos últimos tempos essa questão se fez muito em cheque, as pessoas estão falando mais em praticar o ato de amar a si mesmo

Porém, além de apenas falar sobre isso, é necessário dar vida a essa prática muito importante para todo mundo.

Por isso, o conteúdo de hoje no blog vai tratar sobre amor-próprio. Confira!

O que é amor-próprio?   

Com um nome autodidata, o amor-próprio é a ação de amar-se a si mesmo, respeitando seus limites, qualidades, defeitos e tudo mais que rege seu pensamento e comportamento.

Esse sentimento, está associado à autoestima, não tem a ver com sua beleza exterior, vestimentas e etc.

O amor-próprio é adquirido independentemente de aparência, status sociais ou poder aquisitivo e financeiro.

Ele tem muito mais a ver com o modo como nos sentimos internamente em relação a nós mesmos e com a maneira como vemos e nos posicionamos perante às outras pessoas e circunstâncias.

Equilíbrio físico, emocional e espiritual 

Portanto, diante deste contexto, a prática do amor-próprio é ligada ao apreço por si mesmo, proporcionando ações que nos ajudam a crescer nos aspectos psicológico, físico e espiritual.

Dessa forma, sendo fruto do autoconhecimento, este estado de apreço interno nos permite ir além, sempre identificando e respeitando nossas forças e fraquezas.

Tudo isso, abrindo espaço para aprendermos, ainda, a lidar com elas em meios às situações mais adversas e, também, nas mais confortáveis. 

Então, quando conduzido da melhor maneira, todo este processo de autoconhecimento e autocompaixão a si mesmo proporciona o equilíbrio tão almejado entre as esferas que nos compõem, balizadas também pela questão emocional, espiritual e física.

O famoso alma, mente e corpo conectados. 

Como florescer o amor-próprio?     

Praticar o amor-próprio é muito importante e tem sim o poder de proporcionar tudo que foi dito aqui. Porém, esse sentimento não floresce ao léu e muitas vezes é minado em nossa sociedade e desenvolvimento.

Sendo assim, é importante resgatá-lo, cultivá-lo… construí-lo.

E isso também pode depender de você. Você pode dar esse start!

1) Atente-se ao seu redor   

Inicialmente, comece a notar com mais detalhes as pessoas ao seu redor, que fazem parte do seu convívio! Afastar-se de quem lhe causa sentimentos negativos é um ato de amor-próprio.

Busque pessoas que se conectam contigo de uma forma sincera e espontânea. Com isso, naturalmente você vai se afastar de quem não te faz bem. Se rodear de pessoas que te proporcionam o bem é um direito. 

2) Coloque-se em primeiro lugar 

Não! Colocar-se em primeiro lugar não é um ato de arrogância e prepotência.

Essa é uma ação de cuidado consigo mesmo. É entender que você precisa ser a sua própria pessoa mais importante. Inclusive, isso costuma ajudar na conexão com outras pessoas.

Afinal, “se ajudar para conseguir ajudar o próximo”.

3) Cuide do seu corpo 

E já que este texto apresentou alguns ditados, neste ponto mais um pode resumir bem: o seu corpo é o seu templo!

Essa lógica não é falada há anos à toa. Cuidar do seu corpo e sua saúde é criar um lar apropriado para si mesmo. É praticar o autocuidado e sua própria conexão.

Então, lembre-se, cuidar do corpo não é uma busca apenas por estética e, sim, por saúde!

4) Cuidando da mente   

E se o seu corpo é o seu templo, sua mente é o seu guia! Ter tranquilidade e equilíbrio psicológico é a chave para se sentir bem com o seu eu.

Sendo assim, com esse cuidado sendo praticado, as possibilidades de enriquecer-se pelo amor-próprio são ainda maiores. 

Com o acompanhamento de profissionais da psicologia – que é um direito de toda e qualquer pessoa -, o cuidado mental torna-se indispensável para o alcance genuíno do amor-próprio.

Por isso, esse cuidado, quando colocado em prática, é o impulsionador para mais amor. 

Então, com todas essas dicas, lembre-se que amar a si mesmo é tão fundamental quanto amar o outro.

Dê amor a você também!