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Ciclos da vida: como lidar com eles?

Ciclos da vida: como lidar com eles?

Como você lida com os ciclos da sua vida? Tem dificuldade de deixar as coisas seguirem seus caminhos naturais? 

Compreender, respeitar e aceitar as mudanças em nossas vidas, que podem não ser como desejamos, pode realmente ser uma tarefa muito difícil. 

Saber como lidar com eles, nas mais distintas situações, pode significar uma vida mais segura de si mesmo(a), com mais autoconhecimento e amor-próprio. Mas como conseguir fazer tudo isso, mesmo quando as mudanças não são de nosso agrado?

Comece te respeitando

Desde que nascemos passamos por centenas de ciclos em nossas vidas, que podem envolver pessoas, sentimentos, desejos, trabalhos e etc. E claro, lidar com tudo isso não é simples e nem precisa ser feito apenas de forma introspectiva. 

Às vezes, esses ciclos precisam ter fim para o melhor de nossas próprias trajetórias, por mais que possa parecer o contrário. Afinal, é necessário ter uma visão mais distante do que estamos envolvidos justamente para conseguir compreender o que está acontecendo,

Então, se você não está se sentindo bem com determinadas situações, locais ou o que mais possa te envolver, respeite a si mesmo e tente buscar as respostas com um olhar mais distante, no seu tempo, para o que você busca.

Buscar ajuda também vale

Vale a pena buscar redes de apoio com pessoas de confiança e, também, a ajuda de profissionais que cuidam da nossa saúde psicológica para vivermos esses ciclos com mais segurança e autonomia.     

E sempre lembrando que se a vida é feita de ciclos, nós também somos. Nos entender e respeitar é cuidar do maior bem de todas as fases: nós mesmos(as). 

Então busque encontrar o equilíbrio junto ao que você mais gosta, cuidando de si mesmo(a) para estar apto às mudanças que desejamos ou não.   

Enfrentando os ciclos de forma mais amena 

Não é tarefa simples conseguir colocar tudo que foi falado aqui em prática, mas, como já foi dito, é mais do que aceitável buscar ajuda. Você só terá a ganhar! 

Afinal, conseguir compreender tudo isso pode ser a chave para que a sua vida tenha ciclos mais alegres, amenos e prazerosos.  
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Mês do Autismo: conscientização e acolhimento

Mês do Autismo: conscientização e acolhimento

Abril é o Mês da Conscientização do Autismo, ação muito importante para reforçar a conscientização e o acolhimento às pessoas autistas.

A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2007 e é celebrada em todo o mundo no dia 02/04.

A importância dessa campanha

Dentro desse contexto, o objetivo da data é alertar a sociedade e governantes sobre esse transtorno do neurodesenvolvimento, ajudando a derrubar preconceitos e acolher quem passa por esse sofrimento.

Então, neste ano, 2022, o tema escolhido no Brasil foi  “Lugar de autista é em todo lugar”, junto com a cor azul, que colore diversos pontos das principais metrópoles do mundo. Tudo isso para chamar a atenção para essa questão muito importante.

Entenda mais sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) 

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno do desenvolvimento neurológico, que não apresenta cura, mas pode ter seus sintomas suavizados com um acompanhamento adequado e precoce do paciente. 

O TEA pode ser notado já nos primeiros anos de vida. Entretanto, os sintomas nem sempre são os mesmos para todas as pessoas. 

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, esse transtorno é caracterizado por dificuldades de comunicação e interação social e pela presença de comportamentos e/ou interesses repetitivos ou restritivos.

Manifestações do Autismo 

Apesar de existirem diferentes manifestações do TEA nas pessoas que o possuem, existem, também, algumas manifestações que são comuns. E vale lembrar: nem todas essas ocorrências estão presentes nesses indivíduos. 

É comum que os responsáveis do paciente observem alterações por volta dos 12 aos 18 meses, principalmente quando a criança ainda não desenvolveu a linguagem como outros bebês da mesma faixa etária.

É fundamental sempre manter esse acompanhamento de perto.

Por isso, é importante sempre manter esse acompanhamento de perto.

Por exemplo, entre as manifestações mais comuns, podemos destacar algumas, como:

  • O não desenvolvimento similar ao da maioria das outras crianças;
  • Rejeitar ou não gostar de colo;
  • A falta de busca pelo contato ocular;
  • Possuir movimentos repetitivos em excesso;
  • Possuir hábitos de se morder, morder as roupas ou puxar os cabelos;
  • Ter dificuldade para participar de atividades em grupo;
  • Dificuldade de comunicação (alguns autistas nunca falam);
  • Indiferença afetiva ou ainda demonstração inapropriada de afeto.

Como ajudar

Então, como já diz a própria campanha da ONU, o acolhimento e conscientização são fundamentais para as pessoas com o TEA. O entendimento da sociedade e a inclusão podem proporcionar uma vida melhor para esses indivíduos.  

Além disso, é claro, existe o acompanhamento que deve ser realizado junto aos especialistas mais capacitados, com uma equipe multidisciplinar, sempre visando a melhoria da qualidade de vida dos pacientes e seus familiares.  

A manutenção do bem-estar mental dessas pessoas também é fundamental para o equilíbrio delas. Logo, o acompanhamento com psicólogos e psicólogas é ponto-chave para uma vida mais saudável e tranquila.

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Educação inclusiva e a importância da psicologia

Educação inclusiva e a importância da psicologia

Você já conhece a educação inclusiva e a importância da psicologia neste cenário?

Com as grandes mudanças do mundo contemporâneo, o ensino precisa ser reformulado de acordo com a nova demanda da sociedade. E é neste aspecto que entra esse modelo educacional.

O que é a educação inclusiva?    

Esse é um modelo de ensino que propõe igualdade nas possibilidades de aprendizado. O objetivo é que todos os estudantes, independentemente da idade ou ciclo escolar, tenham direito à educação em um só ambiente.

A proposta da educação inclusiva é valorizar as diferenças e permitir uma convivência respeitosa e diversificada no contexto escolar. E, claro, a psicologia é essencial para essa integração com maior assertividade.

Democrática, essa alternativa de ensino pressupõe a igualdade de oportunidades e a valorização das diferenças humanas, respeitando as diversidades étnicas, sociais, culturais, intelectuais, físicas, sensoriais e de gênero dos seres humanos..

A importância da psicologia

No que se refere à educação inclusiva e a importância da psicologia, podemos destacar os profissionais da saúde psicológica, que podem atuar junto a profissionais da educação para agregar ainda mais na metodologia inclusiva, tornando essa experiência mais completa e saudável, tanto para professores/professoras quanto para alunos e alunas.

Afinal, o bem-estar psicológico é essencial para diversas questões envolvendo a educação, sobretudo neste modelo inclusivo.

Quanto mais professores, professoras, alunos e alunas e todos os envolvidos no ambiente de aprendizado se sentirem bem, maiores serão as possibilidades de sucesso da proposta em questão. 

Os dias atuais exigem novas perspectivas e experiências, por isso, o aprendizado também precisa evoluir de forma democrática e inclusiva para todas as pessoas, sempre preservando o bem-estar de cada indivíduo. Concorda?

Além disso, o trabalho da psicologia no ambiente escolar pode ser caracterizado como preventivo e terapêutico.

Em relação à inclusão educacional das pessoas, ele tem um papel crucial na preparação dos profissionais envolvidos, apoio familiar e suporte à comunidade.

Profissionais, estudantes e sociedade 

Com todo esse apoio e envolvimento multidisciplinar de diversos profissionais e áreas, a educação, professores e professoras, familiares e a sociedade só têm a ganhar. 

São mais pessoas tendo acesso à educação justa, igualitária e democrática, o que impacta positivamente na vida de todos os envolvidos no presente e no futuro.

Além de incentivar o convívio social com muito mais respeito entre todos os seres e suas múltiplas diferenças. 


É muito interessante esse papel da psicologia também para um ensino ainda mais inclusivo, não é mesmo?

Para conhecer ainda mais sobre os benefícios dos cuidados com a saúde mental em todos os aspectos, acesse: danielgabarra.com.br

Mês da Mulher e os cuidados com a saúde mental

Mês da Mulher e os cuidados com a saúde mental

No mês da mulher é importante evidenciar também os cuidados com a saúde mental feminina. Mas o respeito, a admiração e todos os bons sentimentos voltados a elas devem permanecer o ano todo, assim como os cuidados com a saúde mental feminina

Sendo assim, este é o tema deste conteúdo, que vai abordar práticas saudáveis para o aspecto psicológico da vida das mulheres. Afinal, quando corpo e mente caminham bem e juntos, a nossa vida só tem a ganhar, 

As mulheres sofrem mais por questões psicológicas? 

De acordo com uma pesquisa conduzida entre maio e junho de 2020 pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, realizada no contexto da pandemia da Covid-19, as mulheres são as mais afetadas psicologicamente, apresentando:

  • 40,5% de sintomas de depressão;
  • 34,9% de ansiedade;
  • 37,3% de estresse. 

Uma percepção mais complexa da saúde mental feminina 

Dessa forma, quando trazemos essa abordagem, é necessário ter um olhar que vai além da questão biológica.

É necessário considerar as questões de gênero e os impactos que a sociedade causa às mulheres.

Elas estão expostas com maior incidência à sobrecarga e sofrimento psicológico, com questões ligadas a:

  • Violências domésticas e reprodutivas; 
  • Desvantagem socioeconômica, educacional e profissional;
  • Status social baixo ou subordinado;
  • Padrões irreais de estética;
  • E milhares de outros aspectos fortemente ligados à rotina feminina. 

Então, esses obstáculos são ainda maiores para mulheres negras e periféricas, submetidas a outros contextos de discriminação.

Tudo isso, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, expõe as mulheres, desde os primeiros anos de vida, a maiores condições de sofrimento mental. 

Cuidados com a saúde mental feminina no dia a dia   

Relacionamentos da vida

Como é de se imaginar, os relacionamentos que mantemos em nossas vidas têm grande papel em como nos sentimos no dia a dia e, consequentemente, no impacto que temos na nossa saúde psicológica.

Por isso, é muito importante nos rodearmos de pessoas positivas e que nos fazem realmente bem. Relações tóxicas, sejam amorosas, profissionais ou familiares, podem acabar desencadeando milhares de problemas em nosso equilíbrio mental, físico e espiritual.

Então, se afaste de quem não te respeita ou que não te faça bem; rodeie-se de energia positiva, amor e muito respeito. 

Cuide-se por inteira: faça atividades físicas 

A prática regular de atividades físicas têm grande poder também para manter o nosso bem-estar mental.

As atividades aeróbicas, por exemplo, liberam endorfinas que aliviam o estresse e promovem tranquilidade. 

Segundo pesquisas, a realização de exercícios físicos ainda colabora para a melhoria da qualidade do sono e na redução dos sintomas de disfunções como ansiedade e depressão.

Procure ajuda profissional 

Fazer o acompanhamento da saúde mental com os profissionais adequados vai além de um cuidado emergencial, tem a ver com a promoção da qualidade de vida em diversos contextos.

Então, mesmo que você não esteja passando por um momento de vulnerabilidade psicológica ou não tenha uma queixa específica, você também pode se beneficiar e muito ao buscar por profissionais adequados. 

E, claro, isso é ainda mais essencial para pessoas que estejam passando por esses sofrimentos.

A dica, então, é não deixar de se cuidar, independentemente da sua situação atual. 

Mais dicas de cuidados para a rotina   

Nesta Mês da Mulher, os cuidados com a saúde mental feminina devem ser ainda mais intensos para ampliar esse debate tão importante.

Além das questões abordadas aqui, existem outras ações bem importante para proteção e manutenção do seu bem-estar psicológico:

  • Cuide da sua autoestima, sinta-se de bem com quem você é;
  • Busque ter resiliência emocional e potencialize seu autoconhecimento;
  • Procure ter mais pensamentos positivos, mesmo nas situações mais adversas;
  • Não se esqueça de sempre ter um tempo para si mesma, aproveite-o como desejar;
  • Vá em busca da sua realização pessoal e profissional;
  • Em caso de sofrimento, não deixe de conversar a respeito com quem você confia.

Diante disso tudo, é importante ressaltar que essas dicas são gerais. Cada mulher possui suas vivências, aprendizados e dores.

Por isso, é sempre importante buscar ajuda para você como o ser único que é. Para conhecer mais sobre saúde e bem-estar psicológico, acesse: danielgabarra.com.br.

Pandemia e o bem-estar mental dos profissionais da saúde

Pandemia e o bem-estar mental dos profissionais da saúde

A pandemia já alcançou mais de 2 anos no Brasil e em todo o mundo, e seus impactos ainda estão muito presentes na vida de todos, inclusive no bem-estar mental dos profissionais da saúde que atuam na linha de frente do combate à doença.   

E essa é uma questão fundamental da sociedade, afinal, os impactos disso tudo na saúde desses profissionais vão muito além deles mesmos, afetando diretamente o próprio enfrentamento ao vírus e toda a demanda da sociedade.

A pandemia e seus impactos no bem-estar mental  

Muito além da exposição em si ao vírus, trabalhadores e trabalhadoras dessa área sofrem constantemente com intensa cobrança física, emocional e psicológica.

Obviamente, isso pode acarretar em diversas questões internas, inclusive no desenvolvimento ou agravamento de problemas de saúde física e mental que podem até sinalizar riscos de Burnout. 

Dados revelados em pesquisa

Essa questão foi comprovada em uma pesquisa realizada pela Fiocruz, que mostrou que existem graves e prejudiciais consequências à saúde mental daqueles e daquelas que atuam na assistência aos pacientes infectados com a covid-19.

De acordo com ela, as alterações mais comuns no cotidiano dos profissionais foram:

  • Perturbação do sono (15,8%);
  • Irritabilidade/choro frequente/distúrbios em geral (13,6%); 
  • Incapacidade de relaxar/estresse (11,7%);
  • Dificuldade de concentração ou pensamento lento (9,2%); 
  • Perda de satisfação na carreira ou na vida/tristeza/apatia (9,1%); 
  • Sensação negativa do futuro/pensamento negativo, suicida (8,3%); 
  • Alteração no apetite/alteração do peso (8,1%).

Além dsso, os dados mostram que a pandemia alterou de modo significativo a vida de 95% dessas pessoas.

E ainda revelou que 50% admitiram excesso de trabalho ao longo desta crise mundial de saúde, com jornadas para além das 40 horas semanais.

E, como se tudo isso já não bastasse, 45% dos entrevistados e entrevistadas disseram que ainda necessitam de mais de um emprego para sobreviver.

Cuidado e atenção consigo mesmo

Por isso, antes de mais nada, é fundamental lembrarmos que, mesmo quem se dedica a cuidar do próximo, também merece e precisa de cuidados, inclusive no aspecto psicológico. 

Afinal, esses e essas profissionais estão há muitos meses sendo heróis e heroínas, e merecem nosso respeito, admiração e cuidado. 

Assim como também é necessário praticar o autocuidado.

Afinal, como já dizia o ditado, para cuidarmos do próximo, também devemos cuidar de nós mesmos.  

Curtiu? Então, para conhecer mais sobre os impactos da pandemia ao bem-estar mental para profissionais da saúde, acesse agora mesmo: https://bit.ly/3GjOCXO.

Não perca tempo: cuidar de si mesmo(a) é um passo fundamental para o seu sucesso e saúde completos.