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Manejo Clínico em Brainspotting: da técnica à abordagem

Manejo Clínico em Brainspotting: da técnica à abordagem

 

Manejo Clínico em Brainspotting: da técnica à abordagem com Daniel Gabarra

 

O Manejo Clínico é sempre um desafio no aprendizado do Brainspotting.

 

A mudança de paradigma é tão intensa que fica difícil absorver sem um estudo mais aprofundado, e com profissionais qualificados.

 

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Venha participar desse cursos para ver e aprender formas mais abrangente de olhar para o Brainspotting e sua aplicação, levando seu conhecimento para além da técnica e metodologia. Transformando o Brainspotting em um verdadeiro eixo da sua prática Clínica.

 

Conteúdo Programático
• Como usar a fundamentação Neuro-científica na Clínica
• A boa intervenção em Brainspotting
o Grounding / Continência
• Como sair da janela de tolerância
o Intervenção saca rolha
• Recursos para enceramento da sessão
• Auto Brainspotting
• Vivências de atendimento clínico
• Supervisão de Role Play

 

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Caso não visualize o formulário corretamente, abra direto por esse link: http://bit.ly/BSPqw
Por que precisamos equilibrar o lazer e o trabalho?

Por que precisamos equilibrar o lazer e o trabalho?

Qual é o seu equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional? Você sabe quantas horas são usadas para desempenhar suas atividades de trabalho e quantas são para seu descanso e diversão? Se não, saiba que é importante ter essa organização, ela faz bem para nossa saúde física e, ainda mais, para o nosso bem-estar mental.

Por mais que pareça impossível nos dias atuais, precisamos ter a convicção de que, além de merecermos, precisamos ter uma vida ativa fora do aspecto profissional. Não podemos nos resumir em ir ao trabalho, não ter hora para encerrar e ir para casa dormir para no outro dia recomeçar tudo de novo.

Isso torna a rotina exaustiva, exaurindo nosso corpo e nossa mente, criando uma relação negativa com os acontecimentos que se tornam comuns e podendo até, em alguns casos, comprometer a forma como nos relacionamos com os outros indivíduos ao nosso redor.

Descubra o que te faz bem 

Você já sabe o que faz bem para você? Quais atividades, hobbies, situações, momentos e pessoas? Não importa como ou com quem seja, sinta o que te faz bem e os acrescente ao seus dias. Isso não tem nada a ver com “perder tempo” ou se “dar ao luxo de poder”, tem a ver com o seu bem-estar e a sua felicidade.

E, além disso, seus bons momentos não podem ser relacionados à “fuga da rotina”, afinal, o que os impedem de fazer parte do seu dia a dia? Existem, de fato, empecilhos? Então saiba entender quais são suas prioridades: você prefere viver o que te faz bem ou conviver com a ideia de que você não merece ou não pode? 

Não deixe, também, os seus medos serem maiores que seus desejos. Tente entendê-los e equilibrá-los junto aos seus anseios. A causa dos medos podem ser variadas e as consequências também, compreendê-los, entretanto, é a solução mais assertiva para que eles não se transformem em “travas” e empecilhos que possam ser evitados.     

Por isso, a rotina não pode se dispor apenas de horas trabalhadas, trânsitos, filas e outras ações que se tornaram comuns no dia a dia do século XXI. Acrescente o que te faz bem a ela.

Mais lazer = Maior produtividade no trabalho  

Claro, a vida também não pode ser feita exclusivamente de momentos de lazer, é importante mantermos uma boa relação profissional, e isso é muito saudável. Sentir prazer nas funções desempenhadas é fundamental para que o nosso trabalho se torne menos exaustivo, mas nem sempre conseguimos fazer o que desejamos profissionalmente. Por isso, existem algumas táticas que são bem assertivas para quem ainda não encontrou a “profissão tão sonhada”. 

O ambiente de trabalho diz muito sobre como os nossos dias poderão ser. Leve um pouco do seu aspecto pessoal para seu escritório, sala ou consultório. Pode ser um quadro ou qualquer objeto que lhe remeta às energias positivas e boas lembranças.

Viva os dias com mais leveza, entenda os seus colegas de trabalho, crie boas relações e fique aberto para, quem sabe, boas amizades. Essas pequenas ações são bem eficazes para que o seu trabalho possa te fazer bem.

Tudo isso, junto ao equilíbrio entre trabalho e lazer, poderá potencializar o seu rendimento profissional e melhorar sua relação com as pessoas da sua vida, além de levar mais saúde psicológica e física para os seus dias. 

Parece impossível, mas você pode alcançar tudo isso. E não precisa ser sozinho! Existem processos terapêuticos que o auxiliam nestas conexões e trilham uma busca saudável por esse objetivos. Para isso, basta acessar o link e entrar em contato para agendar uma conversa. É hora de potencializar sua qualidade de vida: www.danielgabarra.com.br.

A PNL e as transformações positivas em sua vida

A PNL e as transformações positivas em sua vida

O que leva as pessoas a reagirem de forma distintas em situações similares? Sim, existem muitas respostas para esta pergunta. Poderíamos falar sobre as experiências de cada indivíduo, bem como das personalidades e instintos individuais.    

Tudo isso é muito válido, entretanto, em determinados momentos da vida podemos controlar nossas reações, sabendo relativizar nossas próprias vivências e entender que, para alcançarmos algumas metas, é necessário equilibrar o que se passa em nossas mentes. 

E é isso que a PNL – Programação Neurolinguística – faz! Sua assertividade engloba o estudo dos nossos modelos mentais, desde suas formações, até o jeito como eles interferem em nossas relações com outras pessoas e, até mesmo, nos comportamentos e reações que possuímos. E a partir disso, ela pode identificar e transformar nossas interpretações sobre os momentos e, consequentemente, alterar a forma como reagimos a eles.

Sim, seus objetivos podem ser alcançados 

Nossa mente é modelada pelas vivências às quais passamos, assim, o nosso comportamento também passa a ser modelado. Podemos usar como exemplo a criação maternal ou paternal: suponhamos que uma mãe sempre diga ao seu filho o quanto é ruim falar com estranhos ou, até mesmo, reprima sua fala em determinadas circunstâncias.   

Essa ação irá modelar o comportamento do indivíduo que poderá ter problemas para se comunicar em público no decorrer de sua vida. Logo, em caso do surgimento de um convite para palestrar, gerará um desconforto, prejudicando a sua evolução profissional ou acadêmica, por exemplo.

É aí que entra a PNL, ela vai estudar e entender as causas desse empecilho e, após esse processo, proporcionará uma nova visão sobre as memórias e sensações que geram essa dificuldade. Proporcionando, assim, que a pessoa em questão potencialize essa habilidade e alcance novas conquistas. 

Como a PNL age? 

A Programação Neurolinguística entende que cada pessoa possui suas perspectivas baseadas em três aspectos: a análise sistemática, a sociedade e o seu próprio “eu”. Esses pilares são o que definem nossos pontos de vista sobre as circunstâncias que nos envolvem e sobre como agimos diante delas.

A fundamentação dessas bases podem ser definidas assim:  

  • Análise Sistemática: é a visão que abrange o que nos envolve, tanto do aspecto individual, quanto social. 

  • Sociedade: a forma como recebemos e entendemos o que as outras pessoas têm a dizer e sobre o que elas sentem.

  • Eu: os ideais, valores e crenças que nos construíram e continuam agindo em nossas personalidades. 

Sendo assim, com o auxílio deste método terapêutico é possível reconstruir novas percepções sobre como nos entendemos e em como enxergamos aquilo que nos envolve. E, assim, conseguimos construir um novo jeito de enfrentar os desafios e, a partir disso, construir coisas mais positivas. 

Com a PNL, toda e qualquer pessoa é capaz de palestrar. Bem como realizar outras tarefas que para algumas pessoas parecem de simples execução, enquanto para outras é quase impossível.

A forma como a mente conduz nossas ações práticas é incrível, e se você deseja conhecer um pouco mais sobre este poder, acesse o link e agende um horário. Você também vai se surpreender: www.danielgabarra.com.br. 

Encontre o equilíbrio entre seus medos e anseios

Encontre o equilíbrio entre seus medos e anseios

Você já deixou de fazer alguma coisa que lhe proporcionaria prazer por temer as consequências ou, menos ainda, simplesmente por achar que não conseguiria ou não merecia? Então, saiba que no decorrer da vida deixamos escapar algumas oportunidades preciosas e momentos que poderiam ser inesquecíveis por causa de empecilhos que, na maioria dos casos, poderiam ser facilmente relativizados.

Todos possuímos os nossos medos, é natural, faz parte da construção da vida. E, entre esses traumas e receios, alguns são comuns para a sociedade, outros parecem estranhos e têm até os que chegam a ser cômicos no olhar dos outro, mas não menos dolorosos para quem os vive. E nada disso pode ser considerado irracional ou incomum, afinal, é a partir das vivências de cada indivíduo que surgem esses medos.

O segredo, entretanto, está em como conseguir equilibrar e libertar os medos perante os nossos desejos e necessidades. Assim, seria possível transformar essas travas emocionais, em aprendizados ou alertas de segurança, por exemplo.

Suponhamos que você tenha medo de dirigir ou usar o avião como meio de transporte em viagens, depois que reprocessado, o que antes era empecilho pode virar uma cautela moderada, fazendo você guiar o automóvel com máxima segurança ou viajar seguindo as regras necessárias durantes os voos.

Como conseguir ressignificar nossos medos? 

Claro, não é tão simples criar novos significados para sentimentos negativos. Em quase 100% dos casos é necessário aplicar tratamentos e acompanhamentos psicológicos. E, com a Terapia de Processamento, é possível alcançar este resultado e transformar esses traumas em sentimentos bem mais úteis à vida humana. 

Com este processo terapêutico conseguimos compreender que, muito além de simplesmente tentar conviver com nossas próprias dores internas, somos capazes de ajudar o nosso cérebro a processar esses sentimentos no nosso sistema afetivo e emocional.

Assim, nos proporcionando um novo olhar em relação ao que antes tinha apenas a funcionalidade de travas e que, em alguns casos, podem desenvolver até disfunções no nosso aspecto físico, além do psicológico.

Alcançando a conexão com o nosso bem-estar

Os benefícios desse processo vão além de nos ensinar a ressignificar nossos receios. A partir de um novo jeito de enxergar e interpretar nossos medos, conseguimos alcançar uma vida mais equilibrada e, consequentemente, elevar a qualidade do nosso bem-estar em todos os sentidos. 

Podemos passar a praticar ações e atividades que antes eram impensáveis, frequentar novos lugares, nos aproximar de novas experiências e nos lançar em busca de novas conquistas. De uma maneira geral, isso pode representar a abertura de infinitas possibilidades para uma vida mais harmônica e próxima daquilo que desejamos para nós mesmos.

Viu? Nós podemos sim ter uma vida equilibrada quando entendemos que nossos receios e traumas podem ganhar significados positivos. A terapia existe para nos ajudar nisso e em milhares de outros aspectos. E se você deseja conhecer mais para alcançar um cotidiano mais pleno, acesse o link e agende sua consulta: https://danielgabarra.com.br/contato-2/ .

É hora de dar novos significados ao que não é positivo para você. 

Não tenha medo de se sentir bem: busque o que lhe traz alegria

Não tenha medo de se sentir bem: busque o que lhe traz alegria

Não é muito difícil compreender que a sociedade na qual vivemos muitas vezes funciona como uma ferramenta de repressão à felicidade, aos bons momentos e à busca pela plenitude individual. Para salientar isso, nos basta recorrer a uma frase, quase ditado, bem conhecida de todos nós: quem nunca escutou um “bem que eu queria me dar a esse luxo” quando falamos ou ouvimos as pessoas contando sobre suas realizações ou, nem que seja, apenas dos momentos de ócio?

É muito comum, né? E é por isso que precisamos entender que ser feliz e buscar nossa plenitude, praticar atividades que nos dão prazer, saborear o nosso prato favorito ou assistir a um filme qualquer, não têm nada a ver com “se dar ao luxo”! Esse é o nosso direito e nos privar disso pode causar grandes prejuízos para nossa própria saúde, seja ela física ou psicológica.

Essa repressão social faz com que as pessoas tenham vidas mais negativas, transformando nossos cotidianos em ciclos exaustivos e, assim, nos privamos da liberdade, e cada indivíduo passa a funcionar de forma automática, quase que sem uma própria autonomia.

Assim, automaticamente, a sociedade passa a criar escravos que deixam de buscar seus objetivos pessoais e passam a levar a vida apenas para criação e resolução de problemas que, às vezes, nem precisavam existir. Osho, por exemplo, já dizia que é quase impossível recrutar para a guerra uma pessoa, de fato, feliz. Por que guerrear se eu consigo desfrutar, de verdade, a vida?   

Sim, o seu trabalho pode ser prazeroso

Entendemos que o número de pessoas que trabalham com o que sempre sonhou é bem pequeno. E isso não acontece com mais frequência porque o que já citamos acima interfere bastante nesta busca. Mas, mesmo não sendo com o que desejamos, podemos transformar nossos empregos em algo menos exaustivo e, psicologicamente, mais leve.

Transforme a sua própria energia e a do seu ambiente profissional. Evite atritos e desavenças, cerque-se de pessoas positivas e faça o seu trabalho com o melhor de si, com a mente e o coração abertos para novos conhecimentos da área de atuação, sem medo de mudar aquilo que gera desconforto para você!

E, claro, mesmo atuando naquilo que não é de muito desejo, faça o seu melhor e não pare de ir em busca do que você sonha profissionalmente. Se você estiver de bem consigo mesmo e alcançar a compreensão de que é possível, quase nada poderá te impedir. Não desista!              

Seus relacionamentos não precisam ser desgastantes  

Aquela máxima de que toda relação ocasiona em brigas, desavenças e, consequentemente, em um grande desgaste emocional que podem gerar traumas, também não tem que ser seguida. Claro, existem milhares de motivos que podem causar desentendimentos em qualquer tipo de relação, desde amizades às amorosas. Mas eles não precisam ser normais e nem comuns. Este raciocínio nos leva, quase que inconscientemente, ao conflito que, na maioria das vezes, poderia ser facilmente evitado.

Resolva as diferenças e entraves com leveza e compreensão e transforme suas relações em algo muito prazeroso e acolhedor. E se te disserem que é natural mover algo à base de brigas, tenha certeza de que isso não é nem um pouco necessário, muito menos natural. Natural é repetirmos o trauma enquanto não tratarmos dele. Mas se podemos tratá-lo, por que não levar a vida e as relações de uma forma mais leve e prazerosa?

A prática sexual e os tabus que a envolvem

Seria impossível falar da repressão ao prazer sem citar o sexo. Já parou para reparar os inúmeros tabus que envolvem essa ação natural da essência humana? Sim, a sociedade transformou o sexo em algo polêmico, assim, gerando uma grande repressão a um dos maiores prazeres da vida.

Criamos uma falsa sensação de que o ato sexual seja algo errado e sem embasamento, o que na verdade não faz nenhum sentido. Várias religiões relacionam o sexo ao pecado e são incisivas ao tentar evitá-lo.

E o motivo dessa abolição sexual da sociedade pode ser facilmente explicada ao citarmos Osho, que em sua obra “Sexo, em busca de plenitude”, disse: “Quando o homem penetra o corpo de uma mulher com amor, esse ato é espiritual. Mas, quando ele penetra o corpo de alguém com uma espada, com uma lança, esse é um ato repulsivo, violento, destrutivo. Ele está apenas procurando algo que substitua a penetração sexual que reprimiu.”

Deu para entender o quanto a nossa felicidade é impedida e reprimida pela repetição dos traumas sociais? Saiba que buscá-la é ter a convicção de que podemos ter uma vida mais plena, leve e bem mais saudável. Quer descobrir como ir em busca do rompimento desta “ética” universal de repressão e curar os traumas que ainda tem prendem a ela? Acesse o link, conheça mais e agende a sua consulta. E. independentemente da situação, lembre-se: você tem o direito de ser feliz. www.danielgabarra.com.br

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